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Sobre este item
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quinta-feira, 19 de março de 2026
sexta-feira, 23 de agosto de 2024
Sou Psicopata e Quero Que a Sociedade Entenda e Acolha Meu Transtorno
O pai de Thomas, claro, estranhou a reação da filha e questionou se ela não tinha empatia.
Violência despercebida
Antes de entrar nos detalhes da entrevista, vale fazer uma breve explicação técnica.
Ela começa contando sobre um episódio que viveu na transição entre a infância e a adolescência.
"Eu fiquei muito surpresa, porque nunca havia percebido que fazia aquilo."
No entanto, isso não era algo que chamava sua atenção durante a infância e a adolescência.
Será que você é sociopata?
A palavra não despertou nenhuma emoção específica na estudante de Direito.
"Cheguei à conclusão que essas características me descreviam muito bem", conta Thomas.
"Também enfrentei uma série de problemas em relacionamentos amorosos e com a minha família."
"Foi aí que pensei: será que isso acontece comigo porque sou sociopata?"
Entre o blog e o livro, um diagnóstico
No entanto, mesmo com o diagnóstico em mãos, Thomas não iniciou o tratamento logo de cara.
Os preços de assumir abertamente a psicopatia
"Sofri muito preconceito e ninguém parecia ligar", lamenta ela.
A advogada resolveu seguir o exemplo do familiar e começou a fazer sessões com o mesmo terapeuta.
Uma das primeiras metas traçadas nas consultas foi lidar com o "vício" em manipular as pessoas.
"Eu não sabia como manter um relacionamento com alguém sem fazer isso", admite Thomas.
A advogada admite que passou a sentir-se bem melhor conforme o tratamento evoluiu.
Segundo a advogada, geralmente esses contatos têm dois propósitos principais.
Um futuro sem estigmas e preconceitos
"Muitas pessoas me tratam mal em nome de uma pretensa intenção de se proteger de mim", destaca ela.
Talvez o estigma mais forte seja aquele que relaciona psicopatia com violência e atos criminosos.
Thomas pondera que "psicopatas que cometeram crimes precisam ser punidos por suas ações".
"Se eles fizeram algo errado, devem ir à prisão como qualquer um", reforça ela.
Fonte: MSN
quarta-feira, 26 de junho de 2024
Quais as Principais Doenças Psicológicas do Século 21?
1. Depressão
2. Ansiedade
3. Transtorno Bipolar
4. Transtornos Alimentares
5. Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)
6. Transtornos de Personalidade
7. Transtornos do Sono
8. Dependência de Substâncias
9. Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)
10. Esquizofrenia
Impacto: Pode levar à incapacidade significativa e exige tratamento contínuo e suporte.
Fatores Contribuintes
Conclusão
quarta-feira, 8 de novembro de 2023
A síndrome do "desejo de desaparecer": cada vez mais pessoas têm a fantasia de fugir e deixar tudo para trás
O desejo de desaparecer e deixar tudo para trás é comum em muitas pessoas© Getty Images
Às vezes, quando a vida fica difícil, um pensamento inevitável de querer desaparecer surge em nossa cabeça. O desejo de deixar tudo para trás, inclusive os problemas que nos tiram o sono à noite, aquela maré de obstáculos que nos impede de alcançar nossos objetivos. Se estiver deprimido, você pode sentir que não consegue fazer nada certo, e fantasiar sobre desaparecer antes de bagunçar ainda mais sua vida é um recurso comum. É muito tentador: você não deveria ter que explicar nada a ninguém, não teria que lidar com seu chefe idiota ou com a louça na pia. Não se trata tanto de sair de férias ou morrer, mas sim de fugir de situações difíceis ou de problemas futuros. Se você já sentiu isso, não está sozinho.
Eu quero desaparecer (mas não para sempre)
Esse estado de espírito afeta muitas pessoas. É uma distorção do pensamento de que fugir resolverá todos os seus problemas e é momentaneamente reconfortante imaginar que você tem a opção de escapar deles. O constrangimento ou o fato de estar errado também envolve uma sensação desconfortável de exposição que leva ao desejo de desaparecer. E tudo isso é acompanhado por uma resposta fisiológica que contribui para o desinteresse e o afastamento comportamental. As pessoas que não conseguem superar esse sentimento geralmente caem em depressão, ansiedade ou outras doenças mentais.
"Vou largar tudo e começar uma horta"
Quem nunca sonhou em quebrar os padrões de uma vida rotineira e cheia de grades? Quem nunca desejou uma vida simples, seja cultivando uma horta ou indo à praia para montar um bar? Como explicou a psiquiatra do SINEWS, Orlanda Varela, em um artigo da Traveler, "nossa rotina não tem espaço para ativar o modo prazer. Tudo isso nos sufoca e nos leva a nos rebelar: voltar ao básico, a uma felicidade menos artificial, porque no fundo somos prisioneiros de coisas supérfluas".
Por que isso acontece?
Estudos demonstram que o cérebro humano foi projetado para responder ao estresse de quatro maneiras básicas: lutar, congelar, desmaiar ou fugir. A resposta de luta envolve o enfrentamento agressivo de ameaças percebidas. A resposta de congelamento usa a quietude para evitar o perigo ou torna as pessoas incapazes de agir contra ele. A resposta de bajulação busca agradar a outra pessoa para evitar conflitos. E a resposta de fuga leva você a fugir de uma situação ameaçadora. "É a última, a fantasia de fuga, que é o mecanismo comum que alivia superficialmente alguma pressão de estresse", explicou a psicóloga clínica Therese Mascardo em outro artigo da VICE. Isso significa que fugir é simplesmente uma das maneiras pelas quais as pessoas reagem quando a vida fica difícil. Ela está embutida em nossos instintos de sobrevivência.
O que está realmente acontecendo?
Esse sentimento geralmente é uma indicação de que algo na vida de alguém não está funcionando corretamente e pode precisar de cuidados e atenção. As pessoas que dizem que querem desaparecer podem, na verdade, estar dizendo: sinto-me solitário e preciso de amor, sinto-me triste e preciso de conforto, sinto-me envergonhado e preciso saber que sou normal, estou cansado e preciso descansar ou sinto-me perdido e preciso de um sentido para a vida.
Soluções para este problema
Como vários psicólogos especializados recomendam, uma boa maneira de começar é conseguir algum espaço: em situações estressantes, afastar-se e tomar alguma distância por algum tempo pode ajudar a reduzir a sensação de estar sobrecarregado e desamparado. Descanse também: mesmo que a rotina não permita, o descanso é necessário para prosperar. Cochilos, férias e tempo não estruturado podem proporcionar melhor produtividade a longo prazo.
Rir, brincar e se movimentar é o melhor antídoto: fazer atividades que nos envolvam ajuda a acalmar a ansiedade. Os benefícios do movimento não se limitam à perda de peso - fazer exercícios ou caminhar é bom para reduzir o estresse. E, por fim, outra coisa que as pessoas podem fazer quando se deparam com o desejo de desaparecer é enfrentar o problema de frente. Ou seja, identificar e abordar diretamente o que faz com que você queira "desaparecer".
Fonte: MSN
Vamos cuidar da sua saúde mental?
Brasil é o País Que Mais se Preocupa Com o Bem-Estar Mental
Os dados fazem parte do levantamento “World Mental Health Day 2023”, realizado pela Ipsos em 31 países© Shutterstock
A maior parte dos brasileiros diz pensar sobre seu bem-estar mental com frequência (75%) e acredita que ele é tão importante quanto o bem-estar físico (73%). Os dados fazem parte do levantamento “World Mental Health Day 2023”, realizado pela Ipsos em 31 países. Os números mostram, no geral, que o brasileiro se sente mais estressado que a média global das nações pesquisas (58%).
Apesar de estarem cientes da importância de ambos os temas, 43% das pessoas entrevistadas no Brasil têm a percepção de que o sistema de saúde do país dá mais importância à saúde física.
Globalmente, as pessoas dizem mais frequentemente que pensam com frequência no bem-estar físico (71%), em comparação com 58% que dizem que pensam com frequência em seu bem-estar mental. Mas, as pessoas na América Latina são particularmente mais propensas a pensar sobre sua saúde mental que no resto do mundo. Com exceção da África do Sul (75%), os outros cinco dos seis primeiros países nesse ranking são da região sul-americana: Brasil, com 75%; Colômbia, 72%; Argentina, 71%; Peru, 69%.
Além disso, 76% dos brasileiros afirmam que o estresse teve um impacto significativo em suas vidas. Esse número é maior do que a média global, de 62%. A pesquisa também aponta que 74% dos brasileiros sentiram-se tão estressados a ponto de não conseguir lidar com as situações, e 65% relataram sentir-se deprimidos quase todos os dias durante algumas semanas ou mais.
Gênero
Globalmente, as mulheres sofrem mais com problemas decorrentes do estresse do que homens, com 38% delas afirmando que tiveram o seu dia a dia impactado (contra 29% dos homens), 36% achando que não conseguiria lidar com as coisas (contra 26% dos homens) e 30% se sentindo desesperançosa (contra 24% dos homens).
Ambos os gêneros ficam tecnicamente empatados no quesito não conseguir ir ao trabalho, sendo elas 20% e eles, 17%.
Gerações
A geração adulta mais jovem, conhecida como Geração Z, desponta como quem mais diz se sentir afetada pelo estresse, com 36% dos jovens relatam se sentir deprimidos por semanas e 42% acreditam que não conseguiriam lidar com as coisas devido ao estresse.
Quanto ao impacto no trabalho, 24% da Gen Z já se sentiu estressada a ponto de não poder trabalhar por um período de tempo, enquanto afetou 22% dos Millennials, 17% da Gen X e 9% dos Baby Boomers.
Sobre a Pesquisa
A pesquisa “World Mental Health Day 2023” foi realizada pela Ipsos entre os dias 21 de julho e 4 de agosto de 2023 em 31 países. Com uma amostra de 23.274 entrevistados, sendo 1.000 do Brasil. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.
Fonte: MSN
Vamos cuidar da sua saúde mental?
sexta-feira, 29 de setembro de 2023
5 Hábitos Simples Que Podem te Ajudar a Regenerar Seus Neurônios
O QUE É NEUROGÊNESE?
Certamente você tem ouvido durante toda a sua vida que os neurônios com os quais você nasce são os que o acompanham por toda a sua vida. Isso é o melhor dos casos: também ouvimos que cada farra poderia levar milhares (ou milhões) dessas células preciosas. Bem, nada disso é inteiramente verdade. Mais neurônios podem ser gerados posteriormente, em um processo conhecido como neurogênese adulta (embora ainda não esteja claro em que faixa etária), e é possível promover esse processo adquirindo uma série de hábitos simples em nosso dia a dia. Quer saber quais são?
Fazer atividades físicas
De uma universidade de nome impronunciável (Jyväskylä, na Finlândia) asseguram que cumprir os já conhecidos 150 minutos de exercício semanal (30 minutos por dia, 5 dias por semana) é uma boa prática para promover a neurogénese.
Manter uma boa alimentação
A chave aqui está nos antioxidantes, pois atuam como freio na degradação das células: chá verde, uvas vermelhas e, de maneira mais geral, a boa dieta mediterrânea (baixa em calorias).
Praticar sexo
"A experiência sexual repetida pode estimular a neurogênese adulta desde que persista ao longo do tempo", diz uma pesquisa publicada pela Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos. Essa nuance é importante: a prática sexual deve ser constante ao longo do tempo para que o hipocampo produza efetivamente novos neurônios.
Eliminar a tensão
Por sua vez, da Universidade de Oregon, eles colocam a ênfase no inimigo: o estresse e a ansiedade da vida moderna podem acabar gradualmente com a plasticidade neuronal do nosso cérebro. Eles recomendam que você pratique meditação, mas realmente qualquer atividade que faça você esquecer seus problemas por 5 minutos por dia é bem-vinda.
Aprender sempre
Imagine que seu cérebro é um músculo e, como tal, atrofia se não for forçado a trabalhar. O Dr. Irimia, neurologista, explica assim: “A aprendizagem gera conexões entre as diferentes áreas do cérebro, e por isso é fundamental para que possa ser colocado antes de sua deterioração. Não se trata apenas de ler muito, mas também de manter uma interação social regular e estimular constantemente o cérebro." Fonte: MSN.
Acesse: Tenha Mais Saúde
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